sábado, 11 de outubro de 2014

'Estou de saco cheio'


Lula, então estamos, e conosco a maioria esmagadora da população. Não, é claro, com as “denúncias” como você se refere aos depoimentos prestados à Justiça federal. O país está cheio é com a hipocrisia de um pelego que distorce até a justiça em proveito de uma ladroagem partidária, de uma corrupção desenfreada em favor da “cumpanheirada”.

Estamos cheios de 12 anos de mentiras, rombos e roubos para enriquecimento do partido do trambique e seus correligionários. Da institucionalização do assalto aos cofres públicos, sob o mote de defesa dos pobres, quando os mais ricos ficam mais ricos, os banqueiros ganham juros acima de juros, e os vagabundos (as), que não quererem trabalhar, enchem a burra de dinheiro.

O país se revolta contra a falta de caráter, de vergonha na cara, desses alcunhados petistas que metem a mão em qualquer cargo que conseguem alcançar através do voto ou de indicação; que mentem para encobrir a própria corrupção em todas as esferas. Está dizendo não à canalhice de presidentes que lavam as mãos diante do roubo partidário ou em proveito de militantes.

O país está de saco cheio de quem distorce os fatos para proveito próprio, de quem abusa de todos os recursos, inclusive da máquina pública, para esconder seus crimes; de quem empurrou por sete anos com a barriga um julgamento que demonstrou a podridão de um governo e agora pretende continuar para jogar uma pá de cal na sequência multimilionária de crimes; de quem foge há sete meses de prestar depoimento na Polícia Federal, porque nunca é encontrado mesmo sendo o mais conhecido dos brasileiros.

Estamos de saco cheio, Lula, mas é de ladrões governamentais, que diferem muito pouco dos assaltantes que intranquilizam cidades em todo o país. Se esses vêm das favelas, que o PT nunca mexeu um dedo para melhorar, os outros saem aos borbotões dos partidos. São os correligionários, os militantes, os “soldados”, os políticos, enfim a escória da pilantragem.


Vamos mudar o disco?


(...) Foi uma campanha estressante para o eleitor consciente. O medo da máquina petista me assombrava. Sofrimento tolo. Vejam a que ponto o PT minguou: a maior prova do derretimento do partido foi sua derrota em São Bernardo do Campo, já que ali ele foi sonhado e ali vive seu nome mais ilustre, fundador, criador, militante-mor e alma do PT.

Lula não disse uma palavra desde a fragorosa derrota de seu PT que perdeu muito mais que uma vitória no primeiro turno: perdeu o 'poste' com o qual sonhava iluminar São Paulo, perdeu uma cadeira cativa no Senado Federal, perdeu em seu estado natal e foi derrotado pelo PSDB no berço do sindicalismo paulista.

Leia mais o artigo de Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa

Desespero da piedade


Tende piedade dos homens públicos e em particular dos políticos
Pela sua fala fácil, olhar brilhante e segurança dos gestos de mão
Mas tende mais piedade ainda dos seus criados, próximos e parentes
Fazei, Senhor, com que deles não saiam políticos também.
Vinicius de Moraes 

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

E vem mais


No segundo turno, um plebiscito


‘Chega de PT’, ou ‘Mais PT’, essa será a escolha que o eleitorado fará daqui a três semanas
A doutora Dilma vai para o segundo turno sem uma plataforma clara. Em junho, durante a convenção do PT para anunciar um “Plano de Transformação Nacional”, no qual, além de generalidades, ela prometeu uma reforma dos entraves burocráticos e um projeto de universalização do acesso à banda larga. Como? Não explicou. No seu lugar, entraram autolouvações e manobras satanizadoras contra os adversários. Delas, a mais mistificadora é aquela que confunde os oito anos de Fernando Henrique Cardoso com uma ruína econômica e social. Foi o período de esplendor da privataria, época em que um hierarca do Ministério do Trabalho dizia que o aumento do número de brasileiros sem carteira assinada era uma boa notícia, mas deve-se ao tucanato algo muito maior: o restabelecimento do valor da moeda. Sem isso, Lula, Dilma e o PT não teriam conseguido quaisquer avanços sociais. Por questão de justiça, reconheça-se que o DNA demofóbico de parte do tucanato seria um obstáculo para que fizesse o que Lula fez.

A ideia segundo a qual o PT precisa continuar no poder porque no poder deve continuar é pobre e pode funcionar como uma armadilha. Na noite de domingo, a doutora Dilma afirmou que o “povo brasileiro vai dizer que não quer os fantasmas do passado de volta”. Pode ser, desde que se entenda que o Brasil de FHC foi um castelo mal-assombrado. Mesmo nesse caso, o PT faz sua campanha pretendendo continuar no governo pelos defeitos do adversário e não pelas suas próprias virtudes. Colocando a questão dessa maneira, deu a Aécio Neves a oportunidade de responder: “O Brasil tem medo dos monstros do presente”.

A corrupção de Estado


O principal nó a desatar nas democracias desenvolvidas é a corrupção institucional que engendraram o imensurável crescimento dos aparatos dos partidos e o enorme aumento dos gastos eleitorais na luta interpartidária.
Javier Pradera, no recém lançado “Los costes de la democracia”, quando investiga as relações entre corrupção e política, ainda critica os políticos intransigentes, de direita ou de esquerda, que pretendem queimar as democracias existentes em nome de democracias imaginárias

Tô de férias


Prefeito de Maricá e presidente regional do PT, Quaquá anunciou que vai tirar férias – se não bastassem as “viagem de negócios” por todo canto. Agora neste merecido descanso, batalhará pela eleição de Crivella e a reeleição de Dilma, já que a mulher e o fiel cumpanheiro garantiram troninhos nas Câmaras.

Nem Dilma é Lula, nem Aécio é FHC


No Brasil, os filhos da classe C já não querem ser vistos nem tratados como pobres
As simplificações são sempre errôneas, assim como as dicotomias. Também nestas eleições. Por exemplo, é uma simplificação dizer que Dilma é Lula ou que Aécio é Fernando Henrique.

Se a Presidenta candidata Dilma fosse Lula, provavelmente teria sido eleita no primeiro turno. O PT sabia muito bem disso ao proclamar o “Volta Lula”.

Aécio também não é Fernando Henrique. Se fosse, não teria chegado ao segundo turno já que, no inconsciente coletivo, o sociólogo do PSDB sofre, ainda que injustamente, muito mais rejeição que o ex-senador mineiro.

Não só as simplificações costumam estar erradas, como também as dicotomias. Exemplo disso é a divisão do país entre ricos e pobres. O PT seria o partido dos pobres e o PSDB o dos ricos. Acontece que nunca os ricos foram tão ricos, nem os banqueiros e empresários ganharam tanto neste país como nos 12 anos de governo do PT. Por outro lado, as primeiras reformas sociais desde o Bolsa Escola até a revolução no ensino que colocou 90% das crianças nas salas de aula, metade das quais trabalhavam sem poder estudar, foram obra do PSDB.

Sem a revolução monetária realizada pelo partido de Fernando Henrique, que acabou com o drama da inflação, Lula e Dilma não teriam podido concretizar sua outra revolução: a de colocar milhões de trabalhadores pobres no mundo do consumo e, desse modo, superar a grave crise mundial de 2008.


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

À espera


Basta de PT



Dilma foi a terceira pior presidente em termos de crescimento econômico. Só perdeu para Floriano Peixoto e Fernando Collor

Estamos vivendo um momento histórico. A eleição presidencial de 2014 decidirá a sorte do Brasil por 12 anos. Como é sabido, o projeto petista é se perpetuar no poder. Segundo imaginam os marginais do poder — feliz expressão cunhada pelo ministro Celso de Mello quando do julgamento do mensalão —, a vitória de Dilma Rousseff abrirá caminho para que Lula volte em 2018 e, claro, com a perspectiva de permanecer por mais 8 anos no poder. Em um eventual segundo governo Dilma, o presidente de fato será Lula. Esperto como é, o nosso Pedro Malasartes da política vai preparar o terreno para voltar, como um Dom Sebastião do século XXI, mesmo que parecendo mais um personagem de samba-enredo ao estilo daquele imortalizado por Sérgio Porto.

Diferentemente de 2006 e 2010, o PT está fragilizado. Dilma é a candidata que segue para tentar a reeleição com a menor votação obtida no primeiro turno desde a eleição de 1994. Seu criador foi derrotado fragorosamente em São Paulo, principal colégio eleitoral do país. Imaginou que elegeria mais um poste. Não só o eleitorado disse não, como não reelegeu o performático e inepto senador Eduardo Suplicy, e a bancada petista na Assembleia Legislativa perdeu oito deputados e seis na Câmara dos Deputados.

Se Lula é o réu oculto do mensalão, o que dizer do doleiro petista Alberto Youssef? Imagine o leitor quando o depoimento — já aceito pela Justiça Federal — for divulgado ou vazar? De acordo com o ministro Teori Zavascki, o envolvimento de altas figuras da República faz com que o processo tenha de ir para o STF. E, basta lembrar, segundo o doleiro, que só ele lavou R$ 1 bilhão de corrupção da Refinaria Abreu e Lima. Basta supor o que foi desviado da Petrobras, de outras empresas e bancos estatais e dos ministérios para entender o significado dos 12 anos de petismo no poder. É o maior saque de recursos públicos da História do Brasil.
(...)
O arsenal petista de dossiês contra Aécio já está pronto. Os aloprados não têm princípios, simplesmente cumprem ordens. Sabem que não sobrevivem longe da máquina de Estado. Contarão com o apoio entusiástico de artistas, intelectuais e jornalistas. Todos eles fracassados e que imputam sua insignificância a uma conspiração das elites. E são milhares espalhados por todo o Brasil.
Leia mais o artigo de Marco Antonio Villa

Crime, agora, é inocência


Os Correios, em Minas, entregaram propaganda de Dilma de forma irregular. Os Correios no Mato Grosso e Santa Catarina divulgaram cartas dos seus diretores pedindo aos funcionários votos para a turma petista, de deputado estadual a presidente. E o Ministério Público pede explicações sobre os crimes em 30 dias.


Logicamente o PT não tem nada com isso, é claro. Em qualquer crime, é sempre inocente, os culpados são sempre as vítimas. Ainda por cima conta com um longo prazo de investigação. Resta perguntar se, em 30 dias, caso Dilma seja eleita, haverá alguma punição ao governo que abusou da máquina pública. E a resposta já se sabe antecipadamente, será inocentado, lógico. A inocência do criminoso partido é inquestionável.  

Um soco na onipotência



O lulopetismo está convencido (como ocorre com todo radical) que o Brasil e o mundo começam com eles

Todo mundo deve saber que a onipotência é o poder infinito e esmagador de um deus ou de uma figura dotada de capacidades titânicas para o bem ou para o mal.

No Brasil, os onipotentes que chegam ao poder são idolatrados porque nossa cultura tem como base e modelo a gradação e a hierarquia e ambas têm uma extraordinária afinidade com o puxa-saquismo, com a bajulação, com a hipocrisia e com o bater em cavalo morto. É fácil torcer para o Brasil quando ele é pentacampeão e é mais fácil ainda negá-lo mil vezes, como fez São Pedro com Cristo, quando o Brasil perde de 7 a 1 para a Alemanha. Essa Alemanha que voltou a ocupar o lugar de superior em tudo — disciplina, coerência, treinamento e — quem sabe — a velha pureza racial que nós ainda lamentamos em certas situações.

Com essas eleições, iremos controlar os personalismos lulistas de índole malandra e neofascista. Todos os resultados pedem mais honestidade e seriedade com o governo da coisa pública. Tenho a esperança de liquidar com esses donos espúrios de um Brasil que é de todos nós. Esse é o pleito que nocauteou a onipotência e, com ela, a demagogia, a roubalheira, o aparelhamento do estado pelo governo, a corrupção deslavada, os dois pesos duas medidas no plano jurídico e econômico e, por último, mas não por fim, a autoridade absoluta de um partido cujo objetivo era muito mais o de trabalhar para um projeto de poder do que para o poder do Brasil.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

A era de um mentiroso


Cultura só para eleger 'cumpanheirada'


Quando Quaquá gasta milhões em promoção alcunhada de “incentivo à cultura”, a biblioteca municipal se encontra com acervo desatualizado e enfurnada sob paredes mofadas, descascadas e sujeita a goteiras, quando cai um temporal.

Em plena campanha eleitoral para fortalecer no município a candidatura da sua companheira à Alerj, Quaquá, presidente regional do PT e prefeito de Maricá, usou de todas as artimanhas às custas do Erário.

Repetiu inclusive antecipadamente a festa literária que custa os olhos da cara sob a legenda de que a companheira lutará na Câmara pela educação e cultura. O objetivo era angariar votos com um custo superior a R$ 2 milhões – R$ 1,2 milhão só para a promotora do evento sem contar os gastos com vauches a estudantes, professores e comissionados, os mais altos do país, cinco tendas enormes etc.

Para esquentar a panela de votos, antecipou o período de evento, que seria na segunda quinzena de outubro. Isso provocou inclusive que a feira contasse com menos expositores, que estavam ainda na feira do Largo da Carioca. Como resultado, a oferta de diferentes opções foi reduzida e acabou por provocar o curioso e inédito de o presidente da promotora contar com 10 estandes. Mais ainda, os preços oferecidos no município foram maiores do que no Rio sem que houvesse qualquer oferta de saldão, mas um número sem conta de livrinhos infantis que nada estimulam a leitura, a partir de R$ 5 e R$ 10, fazendo ir para o ralo os vauches dos estudantes.

Sempre pronto a contar lorotas, anunciou o grande mentiroso que aqui estariam as grandes editoras do país. Outra balela. Nenhuma aceitou ou aceitaria vir para essa “festa”. O que veio mesmo foram pequenas distribuidoras e livreiros de sebos, que hoje formam os associados da promotora.

Para se ter uma ideia do que é a mentira caiçara do PT, não se deve esquecer que Maricá já sediou três bienais – a última em 2014. Não gastaram sequer um décimo da fortuna atual de Quaquá, ainda mais porque ainda não jorravam então os poços de royalties. No entanto, as tendas foram abrigadas na quadra coberta do clube local e tiveram a presença de todos os livreiros da região. O prefeito preferiu esquecer, mais uma vez, o comércio local e gastar com os empresários de fora, pagando fortunas. Mas valia tudo para eleger a primeira dona do município, já que o dinheiro é do povo.

Das frases cretinas


Ao completar 200 anos, Maricá fez festa literária ajudando a erradicar o mal que existia há dois séculos. Hoje lutamos contra a dominação de outros monstros com a dependência da tv, dos computadores e dos games.

(De vice-prefeito, alcunhado Grilo Falante, o mais “fantasma” dos políticos locais, promotor da famosa farta distribuição de notebooks para um município onde não há internet gratuita)  

Fora do PT ...


Fora do PT não há salvação. É o que o PT imagina!
Se o PT estivesse certo, ficaria dispensada a realização de eleições com regularidade.

Curioso o PT. Curioso, não: esquisito. Arrogante. Dono da verdade.
No primeiro turno, patrulhou os adversários por não admitir que eles pudessem discordar de suas posições.

Bolsa Família?
Ai daquele que não se comprometesse com a continuação do programa.

Minha Casa, Minha Vida?
Como se julgar capaz de encontrar melhor solução para a falta de moradias?

Mais Médicos?
Está para ser inventado algo superior ao que o governo do PT inventou.

O país cresce pouco?
Culpa da crise da economia internacional.

A inflação aumentou?
Culpa da crise da economia internacional.

O Brasil é campeão dos juros altos?
Idem.

Em resumo: fora do ideário do PT não existe solução. Jamais existirá.


Se o PT estivesse certo, ficaria dispensada a realização de eleições com regularidade. Eleições para quê? Para o país correr o risco de ir para o brejo?

terça-feira, 7 de outubro de 2014

A maldição do segundo mandato


Se afinal Dilma Rousseff se mantiver mais quatro anos no poder, deverá responder a uma pergunta: Para quê?
 Franklin D. Roosevelt, o homem que impôs, graças a seus êxitos e às circunstâncias, a recuperação do espírito da Constituição dos Estados Unidos, limitando a dois os mandatos presidenciais, pôde e teve tempo, além de ajuda e uma guerra mundial, de cumprir seus programas. Desde então, os segundos mandatos são, quase sempre, uma esperança frustrada e frustrante.

Se afinal Dilma Rousseff se mantiver mais quatro anos no poder, deverá responder uma pergunta: Para quê? Depois de sua segunda vitória, Barack Obama consolidaria sua célebre reforma do sistema de saúde e empreender a reforma da imigração. A primeira fracassou por incompetência. A segunda não foi adiante porque o grande orador nunca soube que, em política, o importante é a capacidade de fazer acordos, embora seja com o Tea Party.

O previsível segundo mandato de Dilma não é o do êxito da igualdade de oportunidades do operário metalúrgico convertido em homem de Estado, mas o da governante que deverá – sem sequer propor um pacto com as novas realidades –, administrar as hipotecas de uma forma de fazer política baseada na corrupção e o clientelismo.

A vida imita a charge


Resta a Dilma ser humilde

Ricardo Noblat comenta o possível comportamento de Dilma no segundo turno

Prefeito ganhou, o povo perdeu


Nós não falamos para dizer alguma coisa, mas para obter um certo efeito
Joseph Goebbels

Eleito para revolucionar o município nada fazia em nome de estar arrumando a casa. Anunciava, no entanto, uma chuva torrencial de verbas parlamentares para alavancar inúmeros projetos. Não choveu na horta como esperava, os projetos mofaram nas gavetas. Colocava aloprados por todo canto e aí esperando engordar o caixa, tentando colocar a mulher na Alerj. Não deu.

Para a reeleição prometeu, com a casa arrumada, mundo e fundos. Ficou no fundo. Traria desenvolvimento e mais melhorias (sic) que nunca surgiam. Com os royalties jorrando grosso, perambulou pelo mundo: Itália, Cauba, França, Espanha, Bahia, Maranhão, chegou até a China! E com ele um bonde a tiracolo.

Passou “asfalso” em entrada de ruas, cantou loas a empreendimentos que não saíram do papel, fez o Erário abrir as bicas para promoção de um governo de descalabro. Criou até empresa de ônibus com veículos há mais de seis meses estacionados em pátio de aeroporto interditado.

A demagogia não parou. Muito menos o tanque de promessas que sempre tem de estar cheio para levar no gogó os incautos e os comissionados. Fez o diabo a gosto dos petistas e de sua cambada de bem pagos. Levou todos na mentira como é do seu gosto.    

Em campanha pela mulher e pelo presidente da Câmara aos legislativos estadual e federal, manteve a lenga-lenga. “Já foi feito muito e precisamos fazer mais. A mudança não pode parar”. Às custas do dinheiro público de Maricá, sustentou campanhas dos dois pela Baixada e Rio de Janeiro. Prometeu que agora chegarão os tão esperados recursos que prometia há seis anos só por colocar enfim gente dele nas Câmaras.

A mudança realmente não parou, vai continuar com a mesma demagogia de coronel dono de um curral de eleitores, ainda fiéis acreditando que enfim virão recursos das Câmaras. Mas o quanto virão se ainda resta pagar aos eleitores da Baixada? Ou esses não serão gratificados?


Maricá pagou com o dinheiro dos royalties, que seria para saúde, saneamento e educação, a campanha milionária. No jargão da bandidagem, o prefeito agora pode dizer: “Perdeu”. E o povo vai sustentar mais um bonde e pagar caro a campanha de 2016, porque está sustentando um monopólio político dos mais corruptos do país.