quarta-feira, 20 de maio de 2026

Pensamento do Dia

 


De Trump à AfD: redes amplificam retórica anti-imigração

Visualizada quase dez milhões de vezes, uma postagem do Departamento de Estado americano acusava as Nações Unidas de buscarem "facilitar a imigração de substituição para os Estados Unidos e nossos aliados ocidentais", acrescentando que, sob o governo do presidente Donald Trump, o órgão priorizaria a "remigração" em vez da mencionada "migração de substituição". O post rapidamente se espalhou pelas redes da extrema-direita na Alemanha.

Referências sobre "substituição" costumam fazer parte de uma teoria conspiratória propagada em círculos extremistas que descreve como supostas elites estariam agindo de maneira obscura para "substituir" as populações étnicas da Europa e dos Estados Unidos.

Em 13 de maio, a Casa Branca repetiu a mensagem com uma nova publicação, visualizada mais de 3,7 milhões de vezes. A reação na extrema-direita alemã foi de celebração.


"Para aqueles que tinham pouca ou nenhuma ligação com a política antes do presidente Trump: vocês provavelmente não têm ideia do quão monumental é este momento – o fato de o Departamento de Estado dos EUA usar o termo 'migração de substituição' – e anunciar a remigração para a América e todo o Ocidente", escreveu Eugen Andres, um político local do partido ultradireitista Alternativa para a Alemanha (AfD).

A Deutsche Welle monitorou um conjunto de dados com mais de 150 políticos e contas da AfD para acompanhar as suas reações. O Departamento de Estado publicou o seu tweet durante a madrugada na Europa. Por volta das 7h da manhã, no horário da Alemanha, o primeiro político da AfD já tinha notado a publicação e começado a partilhá-la.

Às 8h da manhã, um político local da AfD escreveu que "o fato de a 'migração de substituição', ou 'substituição populacional', ser oficialmente abordada por um governo ocidental pela primeira vez é um sucesso."

A comemoração rapidamente ultrapassou os limites da plataforma X. Buscas por palavras-chave em canais do Telegram em alemão revelaram capturas de tela da declaração original, juntamente com comentários comemorativos sobre a remigração.

Um tradutor baseado em Bruxelas compartilhou uma versão em alemão da notícia, que passou a circular amplamente entre os canais alemães do Telegram relacionados ao QAnon – teoria conspiratória surgida nos EUA que afirma a existência de uma elite secreta criminosa e de um plano oculto para combatê-la.

No início da tarde, a mensagem já havia chegado ao topo da liderança da AfD. Alice Weidel, co-líder do partido, escreveu no X: "exatamente o que a AfD vem alertando há anos. Conversa franca de Washington."

O governo Trump fez a publicação ao abordar a revisão do Pacto Global da ONU sobre Migração, que ocorria em meio a uma série de discussões e mesas-redondas em Nova York, entre 5 e 8 de maio.

Adotado em 2018, o pacto é uma estrutura voluntária e não vinculativa criada pelos Estados-membros da ONU. Desde a sua adoção, é bastante debatido se o pacto busca principalmente regular a migração ou se incentiva e facilita o aumento desse fenômeno social.

Mas as Nações Unidas afirmam explicitamente que o pacto não se destina a substituir as políticas migratórias nacionais de nenhum país ou a criar um "direito à migração". Em vez disso, contém uma lista de objetivos, focados em metas como minimizar os fatores que forçam as pessoas a migrar, criar mais vias legais para a migração e combater o tráfico de seres humanos.

O Pacto Global se tornou motivo de agitação na extrema-direita. Em 2018, grupos marginais argumentaram que o pacto era "prova" da conspiração da "grande substituição". O discurso chegou à AfD, que o levou ao Bundestag (Parlamento alemão).

"Isso foi um grande sucesso porque fontes confiáveis, parlamentares, de fato deram atenção a essa ideia", afirmou à DW Kilian Bühling, especialista em dinâmicas de redes entre grupos antidemocráticos e teóricos da conspiração na esfera digital, no Instituto Weizenbaum da Universidade de Berlim, na Alemanha.

"Isto está acontecendo agora: se houver mais ideias ou palavras marginais que sejam repetidas e recebam atenção de figuras como o presidente dos EUA ou sua administração, isso as torna mais legítimas."

A "remigração" é a resposta política para os adeptos da extrema-direita que alertam sobre a teoria da conspiração da "grande substituição". O termo implica enviar residentes não brancos de volta aos seus países de origem – desde migrantes recém-chegados até cidadãos com histórico de migração, dependendo de quem propaga a ideia.

Já foi uma palavra proibida na política alemã – a extrema-direita alemã se viu em apuros depois que jornalistas investigativos descobriram que políticos da AfD participaram de uma conferência em Potsdam sobre o tema "remigração".

A proposta debatida na conferência, segundo o Correctiv – um portal alemão de jornalismo investigativo independente –, incluía a deportação de cidadãos alemães com histórico de migração, o que é inconstitucional segundo a lei alemã.

O envolvimento da AfD na conferência levou centenas de milhares de pessoas às ruas em todo o país em protestos pró-democracia. Isso também gerou um debate sobre rotular o partido como extremista de direita e tentar impedi-lo de participar das eleições.

Desde então, a AfD dobrou a aposta na "remigração", mas esclareceu que sua política oficial não inclui cidadãos alemães. Apesar disso, algumas figuras do partido continuaram a usar retórica sobre remoções em massa e revogação da cidadania de determinados grupos.

"Quando as pessoas no discurso político alemão os acusam de serem anticonstitucionais, extremistas de direita e antidemocráticos, pode ser de grande ajuda se a liderança da maior e mais antiga democracia do Ocidente usar exatamente o mesmo termo", disse Bühling.

"Remigração" é um conceito defendido pelo ativista austríaco de extrema direita Martin Sellner. Após a reunião de Potsdam, a Alemanha o proibiu de entrar no país. Mas, na segunda-feira, a política que ele ajudou a popularizar recebeu um importante apoio de Trump.

"A Casa Branca publicou isso hoje", escreveu Sellner no Telegram para seus 74 mil seguidores, com um link para a postagem de Trump. "Ninguém poderá mais ignorar o assunto. A substituição populacional é real."

A cooperação entre a extrema-direita europeia e americana é bem organizada. Desde 1973, ativistas dos dois países se reúnem na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), realizada anualmente nos EUA. Weidel, inclusive, foi a palestrante convidada do ano passado.

Embora haja um longo histórico de ideias de extrema-direita atravessando o Atlântico, segundo Bühling, "a velocidade e as possibilidades de conexão e fluxo de informações aumentaram com a internet e as plataformas de mídia social".

O bezerro da América

A inauguração aconteceu há dias no Trump National Doral, campo de golfe do presidente em Miami. A cerimónia foi dirigida pelo pastor Mark Burns, integrante do grupo Pastors for Trump, e outros religiosos, presentes na apresentação duma estátua dourada de 6,7 metros de altura. A estrutura, apelidada de “Don Colossus”, mostra Trump com o punho erguido. O projeto terá custado 450 mil dólares financiados por investidores de criptomoedas.

Supõe-se que estes religiosos certamente fizeram as suas orações ao deus Baal. O bezerro de ouro da América é Donald Trump, o alvo da idolatria de parte do espetro evangélico conservador dos EUA, que é uma das principais bases políticas do movimento MAGA. Só que, tal como a “divindade” que pretende adorar, é fake. Só é de ouro por fora, por dentro é de bronze.


O bezerro de ouro da tradição judaico-cristã, terá sido construído por Arão enquanto Moisés estava ausente no monte Sinai a receber as tábuas da lei. Provavelmente seria uma reprodução tosca da divindade egípcia Boi Ápis. Face às dificuldades iniciais do percurso no ambiente inóspito do deserto, embora livres, muitos hebreus pressionaram o irmão de Moisés a reproduzir a divindade egípcia, na ideia de reconduzir o povo de volta à terra de onde tinham sido libertados.

É a velha ambivalência entre liberdade e provisão. Ainda hoje muitos pensam que é melhor viver sob opressão e ter o pão mais ou menos garantido, do que assumir a liberdade e fazer pela vida, o que explica a presente emergência das autocracias por todo o mundo.

Em linguagem corrente, a expressão “bezerro de ouro” simboliza um falso ídolo, ou falso deus. Neste caso Trump representa o deus do nacionalismo cristão norte-americano que surge como “escolhido” por Deus. Por isso Trump tem intensificado cada vez mais a simbologia religiosa na comunicação política.

A verdade é que a inauguração da estátua provocou fortes reações contrárias no meio cristão americano e não só. A associação entre simbolismo religioso e apoio político foi a base das críticas, tendo alguns líderes evangélicos manifestado a sua frontal discordância ao considerar o ato como uma prática de idolatria.

Há muito que boa parte da igreja americana vendeu o seu direito de primogenitura, leia-se a sua legitimidade profética, qual Esaú, por um prato de lentilhas, isto é, pela proximidade do poder político. Por este andar vai acabar por ficar sem uma nem outra, ou seja, com uma mão sem nada e outra com coisa nenhuma.

Parece estar encontrado o “boi Ápis” da direita religiosa norte-americana. Aguarda-se que surja um Moisés contemporâneo que acabe com esta tonta blasfémia, e obrigue estes adoradores de bezerros a engolir o ouro derretido. O Moisés bíblico mandou derreter e misturar com água o ídolo profano, forçando-os a bebê-lo. Mostrou assim a impotência do Boi Ápis que passou pelo corpo do povo até ser defecado. Aquela beberragem desagradável funcionou como uma espécie de punição física, mas também como uma representação da amargura e das consequências da idolatria que Iavé abominava.

Ao menos o bezerro de ouro do Sinai era maciço, fundido a partir dos brincos, pulseiras e demais adornos de ouro que os hebreus haviam trazido durante o Êxodo, entregues pelos próprios egípcios em pânico, que se queriam livrar da maldição das pragas que se haviam abatido sobre o território.

Ainda assim, o bezerro de ouro dos hebreus não era falso como este, que só é dourado por fora, tal e qual como a figura humana que representa.

País rico

Não há dúvida alguma que o Brasil é um país muito rico. Nós que nele vivemos; não nos apercebemos bem disso, e até, ao contrário, o supomos muito pobre, pois a toda hora e a todo instante, estamos vendo o governo lamentar-se que não faz isto ou não faz aquilo por falta de verba.

Nas ruas da cidade, nas mais centrais até, andam pequenos vadios, a cursar a perigosa universidade da calariça das sarjetas, aos quais o governo não dá destino, o os mete num asilo, num colégio profissional qualquer, porque não tem verba, não tem dinheiro. É o Brasil rico…


Surgem epidemias pasmosas, a matar e a enfermar milhares de pessoas, que vêm mostrar a falta de hospitais na cidade, a má localização dos existentes. Pede-se à construção de outros bem situados; e o governo responde que não pode fazer porque não tem verba, não tem dinheiro. E o Brasil é um país rico.

Anualmente cerca de duas mil mocinhas procuram uma escola anormal ou anormalizada, para aprender disciplinas úteis. Todos observam o caso e perguntam:

-Se há tantas moças que desejam estudar, por que o governo não aumenta o número de escolas a elas destinadas?

O governo responde:

– Não aumento porque não tenho verba, não tenho dinheiro.

E o Brasil é um país rico, muito rico…

As notícias que chegam das nossas guarnições fronteiriças, são desoladoras. Não há quartéis; os regimentos de cavalaria não tem cavalos, etc; etc.

– Mas que faz o governo, raciocina Brás Bocó, que não constrói quartéis e não compra cavalhadas?

O doutor Xisto Beldroegas, funcionário respeitável do governo acode logo:

– Não há verba; o governo não tem dinheiro

– E o Brasil é um país rico; e tão rico é ele, que apesar de não cuidar dessas coisas que vim enumerando, vai dar trezentos contos para alguns latagões irem ao estrangeiro divertir-se com os jogos de bola como se fossem crianças de calças curtas, a brincar nos recreios dos colégios.

O Brasil é um país rico…
Lima Barreto (1881–1922)

As ilusões que não perdi. O bolsomaster em filme

Ainda levará algum tempo para se entender a parte da rachadinha que coube ao bolsomaster, mas uma coisa é certa: de minha parte nunca tive a menor ilusão de que Flávio Bolsonaro pudesse ser um bolsonaro diferente. Desde que ouvi pela primeira vez falar no filho 01 entendi que seu pai já lhe tinha vendido a alma a Vautrin — para os que não são leitores de Balzac, o personagem que, ao longo de vários livros de A Comédia Humana, encarna o Diabo.

Inato ou adquirido pela (des)educação paterna, ele era desde cedo um desses personagens típicos do baixo-clero que assola os legislativos de todo o Brasil: seguidor fanático da lei de Gérson — coitado, o grande jogador deu nome a esta lei dizendo uma frase estúpida num comercial estúpido —, tirava vantagem em tudo, a começar no salário dos falsos funcionários, pastoreados pelo bandido confesso e impune que atende pelo nome de Fabrício Queirós. Como o pai, aprendera a negociar com as milícias e com os milicianos de todo naipe, executivos ou executores, como o Capitão Adriano (mãe e irmã nomeadas para seu gabinete), sócio nas rachadinhas, o Major Ronald — ambos líderes do “Escritório do Crime” — ou Ronnie Lessa — o assassino de Marielle Franco vizinho de Jair Bolsonaro. Como o pai, seus mais expressivos projetos de lei eram de homenagem a assassinos.


Inexpressivo na assembleia estadual — não dá para colocar em iniciais maiúsculas um valhacouto como esse — do Rio de Janeiro, inexpressivou-se com mais ênfase no Senado Federal, onde gosta de apresentar projetos punitivistas. Para compreender o que passa na cabeça do jovem senador (tá bom, tá bom, também eu sei que é …), cito alguns de seus projetos: o 2362/19 acabaria com a Reserva Legal estabelecida no Código Florestal; o 2393/19 acrescentaria aos “excludentes de ilicitude”, isto é, à licença para matar, a legítima defesa ao direito à segurança pública; o 4640/19 idem ao “suicídio por policial” (isso mesmo está escrito); o 3132/19 acabaria com os atenuantes aos crimes cometidos por menor de 21 anos…

Como seu pai, o 01 tem certa dificuldade de dizer lé com cré, mas nem por isso se notabilizou menos por sua atividade de bastidores: foi, durante o governo do pai, o grande acertador de nomeações e ajustes $$$. Entre suas obras-primas está a nomeação de Kassio com K para o Supremo Tribunal Federal — como se pode constatar, o K é brilhante. Pelo sim pelo não, conseguiu desfazer a investigação sobre as rachadinhas em seu gabinete no Rio, sendo de supor que, diante do sucesso, continuou rachando no Senado.

Mas interessante mesmo são suas ideias (?) como candidato a presidente da República. Ele diz que vai reduzir em 90% o número das estatais — viva a sabesp & cia — e torrar o patrimônio da União para fazer caixa — o moço é especialista em dinheiro em caixa, tanto assim que já comprou 57 imóveis em dinheiro vivo, dinheiro que certamente estava em caixa e provavelmente foi levado em caixa, como nos bons negócios da vida (há uma certa atrapalhada entre valor de compra e valor de mercado, mas quem liga para isso?). Ele promete uma redução de despesas considerável — o pai prometeu e acabou com a verba de ministérios dispensáveis como da educação, da saúde, do desenvolvimento social, do meio ambiente, para não falar no da cultura, que só serve para as falcatruas da “lei ruaneid” — e, também como o pai, as aumentaria sem nenhum escrúpulo, desde que para os negócios amigos; o modelo é o ditado pelo estadista africânder Elon Musk. Está certo de que encontrará, entre as hostes de farialimers, um novo posto Ipiranga; se não der, vai com o velho mesmo.

Não se diga que ele é ingrato, pois defende a anistia ampla, total e indenizada para o pai e seus companheiros de condenação — não sei se extensiva aos cúmplices não condenados. E já esclareceu: como sabe que é inconstitucional e que o Supremo a vetará, será preciso não aceitar isso e tomar as medidas — pedir ao irmão um cabo e um jipe para fechar a área do pênalti — para que sua decisão seja cumprida.

Não é o único rasgar da quatro-linhas que anuncia: também acabaria com a maioridade penal aos dezoito anos. Como o art. 288 da Constituição é cláusula pétrea, cabo e jipe. É um apelo à sede de linchamento de parte relevante da população — inclusive entre evangélicos e católicos, que dizem crer em Nosso Senhor Jesus Cristo, mas não nessa besteira de outra face.

Na linha das obsessões escatológicas de seu pai, promete também criar mais meio milhão de vagas nos presídios. Seu objetivo não é acabar com o “estado de coisas inconstitucional”, mas passar a terra do Trump: como nem todos sabem, os EUA têm 1800 mil presos, 542/100 mil habitantes; a China, 1700 mil, 119/100 mil; o Brasil, 900 mil, 416/100 mil; a Índia, 530 mil, 37/100 mil. Em números absolutos ainda faltará um pouco, mas se bolsonarizarmos por 20 anos chegaremos lá. Nos bukelerizaremos (El Salvador tem 1620/100 mil), como explicitou o 01 depois de visitar o pobre país em companhia do 02 bananinha.

É claro que não poderemos deixar de acrescentar à lista de crimes do Novo Bolsonaro — como sabem, é crime a incitação ao crime —, ao lado da proposta de abolição violenta do Estado de Direito que configuram suas declarações propondo o fechamento do STF, o pedido de bombardeio, por forças norte-americanas, de embarcações na Baía de Guanabara (outubro 2025) — art. 142, não da Constituição, do Código Penal Militar, com pena de reclusão de quinze a trinta anos.

Mas voltemos ao bolsomaster. Foram divulgadas mensagens do muito esperto ao chefe da quadrilha-que-está-com-dificuldade-de-acertar-a-delação. O que se sabe até agora: a) que o Vorcaro deu — não “emprestou” dinheiro — 61 milhões de uma promessa de 134, que não conseguiu cumprir pois foi encanado; b) que se fala de um filme brazuca-americano com orçamento muitas vezes maior que os mais caros filmes brasileiros; c) que é difícil de acreditar que o dinheiro dado tenha sido dado para o filme; d) que é difícil de acreditar que o dinheiro dado não tenha um qui-pro-quò, nos dois sentidos; e) que o ilustre ator-secretário-da-cultura, assumindo-se produtor do dito filme, disse que o filme recebeu/não-recebeu um tostão do Vorcaro; f) que o STF tenta citar o dito ator pela destinação de 2 milhões em emendas para a ong Instituto Conhecer Brasil, da produtora do dito filme; g) que a ICB contratou com a prefeitura de S. Paulo 108 milhões para instalar 5 mil pontos de wi-fi, assunto que está sob exame do Tribunal de Contas dos Municípios, com mais de 20 irregularidades; h) que o O2 mexeu/não-mexeu no dinheiro que foi para os EUA; i) que há um pouco de cláusulas de confidencialidade a mais para a produção de um filme, pois pela primeira vez os patrocinadores (privados?) de um filme (privado?) não querem aparecer; j) que o 01 negou, confirmou, não foi bem assim, acusou, rebolou e se enrolou mais que rebolador de bambolê.

Bem, nada de ilusões: os bolsonaristas, os farialimers (não sei se há distinção, mas vá que haja) et caterva virão com tudo contra o resto dos brasileiros — nós, pobres de nós — nós, que sabemos que Deus é brasileiro e ainda vai jogar outros bambolês nos pés deles.