No final das festas de outono de 2000, no início da Segunda Intifada, passei o Shabat com amigos em uma das fazendas do outro lado da Linha Verde. Meus anfitriões, cabeludos e descalços, buscavam redimir a terra e implementar a "Torat Eretz Yisrael" ("Torá da Terra de Israel") em uma leitura desprovida de interpretação e sem levar em conta a diversidade de opiniões no pensamento judaico. Eles se apegavam ao significado literal dos textos bíblicos: "olho por olho, dente por dente" e "não tenham misericórdia deles".
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