quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Os Anos de Caca




A reeleição de Dilma está provocando cenas inéditas no filminho do PT, nunca antes projetadas por João Santana. Ninguém poderia imaginar que, além de manter um ministro demitido, e com ele a tiracolo participar de reunião internacional de economias, Dilma encenaria mais um caso inusitado dentro do seu ministério.

A presidente, que defendeu para a galera, na campanha, o bem-estar de uma economia em pandarecos, vive à beira do ostracismo. Não só os adversários, a quem anunciou, com onipotência, a mão estendida, reclamam do desastre. 

Passada a maré da reeleição, o barco de Dilma é atingido mesmo pelo fogo amigo num claro sinal de que nada está como antes no quartel de Abrantes.

A ministra senadora Martha Suplicy anunciou sua demissão do cargo com um violento ataque à gestão econômica. Detentora da pasta da Cultura, Martha saiu esbravejando pelo desastre econômico a ponto de dedicar na carta de demissão muito espaço para desejar que “nova equipe de trabalho, a começar por uma equipe econômica independente, experiente e comprovada, resgate a confiança e credibilidade ao seu governo e que, acima de tudo, esteja comprometida com uma nova agenda de estabilidade e crescimento para o nosso país”.

Foi essa candidata, incompetente como administradora e desastrosa gerente, assim reconhecida por eles, para quem os próprios petistas fizeram o diabo. No entanto, só não a despediram porque não podiam. Vão se aguentar com o próprio poste, e o povo que pague as consequências de um partido que faz de tudo para continuar no poder, porque não tira um centavo do bolso nem liga a mínima aos problemas do país.O que importa para eles é ser governo, e basta. 

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