quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O mal é você, estúpida!


Reequilibrar o Brasil num quadro em que há queda de atividade implica necessariamente, a não ser que nós façamos uma fala demagógica, em ampliar impostos
Dilma Rousseff
Esperar confissão de culpa de Dilma, nem pensar. Se não bastasse a indigência mental, a presidente transpira o orgulho dos subalternos desde tempos do baixo escalão nos movimentos contra a ditadura.

O maior mal para o país é a figura histriônica, motivo de gargalhadas para muitos. Esse lado start-up da presidente esconde o pior: a tragédia de um país.

Rir dos tropeços mentais de Dilma é apenas participar do conluio de ocultar o sofrimento de tanta gente. O riso é o descaso para com as lágrimas e o sofrimento de um povo desesperançado, sob o jugo dos impostos, da roubalheira nos poderes (sem falar na podridão dos conluios), dos péssimos serviços à população.

Dilma esquece propositadamente de explicar por que o Brasil está desequilibrado. Seria confessar a incompetência administrativa, a conivência e complacência com a roubalheira institucionalizada, sem contar o aparelhamento do Estado para benefício dos companheiros e apadrinhados.

Se um país, com a maior taxação do mundo, ainda tem que se socorrer de outro imposto já extinto para suas finanças ficarem em dia, é confissão da presidente de que não fez o mínimo dever de qualquer dona de casa: gastar o que pode. Esbanjou, jogou no ralo e nos bolsos amigos. Prevaricou escancaradamente e se faz de santinha - crime e escárnio.

A megalomania de Dilma e do PT, assenhorando-se dos cofres públicos, em detrimento do atendimento ao povo não pode ser perdoada com a instituição da CPMF. Há que ser condenada com atitude para que o país não se torne de vez o paraíso dos coronéis, dos barões, dos caciques, do comissariado, enfim, da bandidagem político-governamental.

Não há motivos para se rir, mesmo que palhaçadas presidenciais, mas para se revoltar e gritar cada vez mais contra a bandidagem que assola o país.

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