A expressão “nova vida feliz” correu várias vezes. Ultimamente, caíra no goto do Ministério da Fartura. (...) “Fabulosas estatísticas continuaram saindo da teletela. Em comparação com o ano anterior havia mais comida, mais roupas, mais casas, mais móveis, mais panelas, mais combustíveis, mas navios, mais helicópteros, mais livros, mais recém-nascidos – tudo aumentara, exceto a doença, o crime a loucura. Ano após ano, minuto após minuto, todo mundo, tudo, tudo o mais ganhava as alturas
Nenhum comentário:
Postar um comentário